sábado, 18 de julho de 2009

O Poeta e o Pescador

O Poeta e o Pescador

O poeta e o pesador muito têm a falar nas tardes vazias de verão. Reúnem-se todos os dias a sombra da mesma árvore para decifrar o enigma da vida e encontrar as perguntas para nossas respostas.

O Poeta é um homem culto e formado. Conhece diferentes culturas e domina vários idiomas. Leu todos os livros, ouviu todas as músicas, provou de todos os sabores que o mundo pode oferecer.

O Pescador por outro lado é um homem simples e ingênuo. Seu mundo se limita às fronteiras de sua pequena cidade. Pela noite atira sua vara de pescar para o céu em direção a estrela mais distante e pesca sonhos que desafiam seus próprios horizontes.

O Pescador não sabe fazer prosa. Não sabe canto e nem poesia. O Pescador desconhece a magia da internet e as guerras do Oriente Médio.

O Pescador observa calmamente o movimento do mundo ao seu redor. Ouve o bater de asas de uma borboleta enquanto medita com seus olhos fixos na imensidão do espaço.

O Poeta e o Pescador são muito diferentes, mais ainda sim são grandes amigos.

Lembro-me de certo dia estar a caminhar por uma trilha mais afastada do centro da cidadela quando avistei ao longe o pescador sentado em uma pedra admirando a beleza do local.

Do outro lado, não muito longe dali, o poeta drenava a energia do ambiente a transformando na fonte de sua inspiração.

O Poeta e o Pescador são grandes amigos, mais ainda sim são muito diferentes.

Sentei-me um pouco para retomar o fôlego.
Naquela época adquiri o terrível hábito de arquitetar meus movimentos e assim tentar tornar o destino um pouco mais previsível. Como em um jogo de xadrez, movia sistematicamente cada peça conforme meus desejos e ambições.

Ao mesmo tempo admirava o dom dos dois amigos. que dentro de seus próprios universos contemplavam cada segundo como se fosse o último.

O Pescador voltava exausto pela trilha com uma cesta sem nenhum peixe se quer. Porém seu rosto expressava otimismo e grande satisfação.

Não demorou muito até o Poeta voltar de seu recanto sem ter escrito uma página sequer em sua caderneta. Mesmo assim pude perceber um ar de felicidade e orgulho em seus olhos.

Vivemos uma espera eterna por um dia onde cremos tudo ser perfeito, mas não sabemos que o dia mais feliz é o agora. Não podemos deixar que o medo do futuro e os erros do passado nos impeçam de viver o hoje. O melhor presente de todos.

O Poeta e o Pescador são grandes amigos. São os melhores amigos.

André de Jesus Torres

terça-feira, 14 de julho de 2009

Alanis Morissette - Ironic

Nunca ouvi falar dessa garota. Eu estava assistindo TV deitado quando tirei do SBT (Aquela Eliana é uma desgraça)e coloquei no canal de vídeos (Que eu não assisto porque só passa NX Zero).

Era um Clip de uma música que vinha com legenda. Eu achei a letra e a música mt legais, vou postar aqui um trecho:

Um homem velho fez 98 anos
Ganhou na loteria e morreu no dia seguinte
É uma mosca preta em seu Chardonnay (nome de um vinho)
É o perdão no corredor da morte, 2 minutos atrasado
Isso é irônico, não acha?

(Refrão)
É como chuva no dia do seu casamento
É uma passagem de graça, quando você já pagou
É o bom conselho que você não aceitou
E quem teria imaginado... isto acontece


(Link para a letra
completa)


Bem, agora vem o clipe do youtube.

Como eu já fiz uma homenagem a murphy, agora eu rio com vocês sobre as Irônias da vida.

(VÍDEO)




É o que eu posso postar hoje, um abraço =)
POSTADO POR ANDREY, como diria uma amiga minha 10 segundos antes de eu publicar essa matéria. Irônico, não acham?

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Dica de Livro - "O diário de Anne Frank"

Uma dica de livro para vocês lerem nas férias.

O diário de Anne Frank



Em 12 de Junho de 1929 nasce "Anneliese Marie Frank", mais conhecida como "Anne Frank".
Ela foi uma adolescente judia obrigada a viver escondida dos nazistas durante o Holocausto.
Anne Frank ficou famosa graça, a um diário pessoal que virou um livro mundial para diversas línguas do mundo inteiro.No "diário"ela
descrevia o que sentia, pensava o que fazia e como foi sua vida durante a 2º guerra mundial.Em alguns trechos do diário, ela cita como é viver num esconderijo, o terror da guerra e saber que ela podia morrer há qualquer momento.Anne Frank morre de tifo em 1945.Sua morte aconteceu duas semanas antes de o campo ser libertado.
Até hoje o livro emociona as pessoa de toda as idades.


O legado do livro é mostrar como foi o terror da 2° guerra mundial,e refletir sobre esse conflito.

Uma pergunta que nós fazemos:"Porque dessa guerra?"


OBS:se tiver a oportunidade de ler essa livro leia,pois você vai ser emocionar e compreender mais sobre a 2° guerra mundial.

domingo, 12 de julho de 2009

FÉRIAS, FERIADO PROLONGADO, DOMINGO DE CHUVA

Eu estava postando normalmente no Twitter como de costume quando algo me veio a cabeça...

Nesse dia, ninguém estava online.. NINGUÉM MESMO.
QUANDO EU VOU VIAJAR, NÃO FICO ONLINE E ACHO RUIM (Agurdando o iPhone..)
Mais agora era diferente.. era um Domingo de Chuva e não tinha nada na TV. Para piorar, a pessoa que DEVERIA ESTAR ONLINE devia estar viajando.

*QUANDO VOCÊ NÃO VIAJA, TODO MUNDO VIAJA. RESULTADO: DE 50 PESSOAS QUE FICAM TODO FERIADO NA FRENTE DO PC, APENAS 10 ESTÃO ONLINE.

*DESSAS 10, 5 ESTÃO ALMOÇANDO, ou DORMINDO, ou VENDO TV OU DVD.

*DAS 5 QUE SOBRARAM, VOCÊ OU ODEIA OU ESTÁ BRIGADO COM 3

*ESSAS 2 RESTANTES SÃO AS QUE FICAM A VIDA TODA NO MSN. VOCÊ VÊ ELA TODO SANTO DIA E NÃO TEM MAIS ASSUNTO SE NÃO FALAR DA VIDA DOS OUTROS OU DISCUTIR QUEM VAI GANHAR O JOGO DE HOJE

SIMULAÇÃO:
"-Oii Td bem?"
"-Td sim, e com vc??"
"-Eu tô legal, novidades?"
"-Nenhuma.. tchau! =)"

Resumindo tudo: Estou no maior TÉDIO. Por isso deixo aqui algumas das leis de Murphy

-Tudo leva mais tempo do que todo o tempo que você tem disponível.

-Se você perceber que uma coisa pode dar errada de 4 maneiras e conseguir
driblá-las, uma quinta surgirá do nada.

-Toda vez que se menciona alguma coisa: se é bom, acaba; se é ruim,
acontece.

-Se você tem alguma coisa há muito tempo, pode jogar fora. Se você jogar
fora alguma coisa que tem há muito tempo, vai precisar dela logo, logo.

-Você sempre encontra aquilo que não está procurando. Sempre.

-Quando te ligam:
a) se você tem caneta, não tem papel.
b) se tem papel
não tem caneta.
c) se tem ambos ninguém liga.

-Toda solução cria novos problemas.

Se você (Assim como eu) não tem nada oq fazer:
Saiba Mais

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Acabando mais uma semana no Blog. Finalmente, a tão esperada comida da minha mãe ficou pronta. E meu pai fala que agente vai no festival do chocolate.

POR ALGUM MOTIVO DESCONHECIDO, a garota de quem eu gosto acaba de ficar online

Mais uma vez.. OBRIGADO MURPHY!!!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Mordomias do Senado

Atendendo ao pedido de uma amiga, vou fazer um apelo a palhaçada que chamamos de política. Postado no dia 10/07/09

No estilo jornalista: As Mordomias do Senado

Estamos diante de um futuro promissor para a economia brasileira. O crescimento acelerado das relações internacionais possibilita ao país ampliar seu setor produtivo e consequentemente o investimento em infra-estrutura a fim de elevar a qualidade de vida da população.

O Brasil possui uma das economias mais sólidas de todo o mundo, entretanto seu índice de desenvolvimento humano deixa a desejar. Como uma nação tão rica pode ter um serviço publico tão deficiente?

Esse tema desperta nossa atenção para uma questão um tanto esquecida nas rodas de conversa popular: As pequenas grandes mordomias do senado.

Desde o inicio do governo oligárquico já podemos observar que quando o poder é concentrado em um pequeno grupo a injustiça e a impunidade são duas conseqüências quase que naturais. Resultado: Muita dor de cabeça.
Enquanto a população sofria revoltada, os políticos gozavam de múltiplos benefícios.

Hoje apesar das oligarquias terem chegado ao seu fim ainda sofremos com seu legado de mentiras. Com alienação da população se tornou fácil para os políticos agirem a favor de si mesmos, se aproveitando das brechas na legislação e se escondendo por trás de seus advogados. É um sistema muito mais complexo do que aparenta ser, envolvendo todo um esquema de pessoas e empresas organizadas.

O recente escândalo das passagens áreas é o reflexo dessa conspiração. A denúncia de uso irregular da cota de passagens aéreas a que todo parlamentar tem direito é mais um dos escândalos que assolam o Congresso. A verba varia de R$ 5 mil a R$ 33 mil, dependendo do Estado de origem do parlamentar e do cargo que ocupa. Sem fiscalização, há suspeitas de desvios, fraudes e comércio ilegal da cota.

O salário de um deputado ou senador é de R$ 16.512,09, porém ainda tem direito a muitos outros serviços pagos pelo congresso:
 Cinco passagens de ida e volta ao Estado de origem, que segundo ao gabinete, varia de 13mil a 25mil reais. NÃO há limites para gastos telefônicos.
 Cinco computadores de mesa, um laptop e acesso á internet. Materiais de escritório.
 Plano de saúde plano odontológico familiar, além de poderem fazer tratamentos que não seriam aceitos na maioria dos planos de saúde.
 Mobília de escritório, TV por assinatura. Segurança da polícia legislativa.
 Café e água, faxina e ainda assinatura de quatro jornais e uma revista.
 15 mil cópias simples e 4 mil cópias de exemplares de 50 páginas ao mês.

A corrupção é uma grande bola de neve rolando por uma montanha. Sabemos que a manipulação de provas e a lentidão dos processos jurídicos impedem que esse ciclo seja quebrado, mas como disseram uma vez, “A Justiça Tarda mais não Falha”.
Por isso, nos mantemos confiantes.

Primeira história de amor do blog

A Carta

Tudo começa em uma manhã de inverno. Os primeiros raios de sol adentravam por entre as frestas da persiana, projetando sua luz sob a escrivaninha. Ouço o som de passos largos pelo corredor, se aproximando lentamente de meu cômodo.

“-Senhor Wallace! Senhor Wallace ligação urgente na recepção!!”

Como já previa, era o mensageiro que por tantas vezes perturbava meu sono com suas corridas repentinas por entre os quartos. Já estou acostumado. Levanto-me lentamente rumo ao banheiro com a mesma preguiça rotineira.

Abro a janela. Avisto o nascer do sol no horizonte, por trás das grandes montanhas. É uma visão extraordinária do paraíso.

Poder sentir a energia do ambiente não é um dom muito comum. Já faz alguns anos que vivo refugiado nessa pequena pousada em lugar nenhum. Por vezes esqueço-me de meus problemas e compromissos a admirar tamanha beleza. Entretanto, este estado de graça não dura muito tempo, logo estou de volta a realidade e mais uma vez o mensageiro volta a me perturbar; Dessa vez, traz uma correspondência.

“-Encomenda para o Senhor Wallace!!”

“-Deve ser do banco” - Pensei sozinho com certo pessimismo. Há muito tempo não tenho a alegria de receber uma carta.

Tenho um amigo na cidade que diz que todo escritor é um solitário. Que habitam um universo isolado do restante do mundo. Passam horas trancadas em sua mente, mergulhados em seus pensamentos.

Raramente vou à cidade. É difícil abandonar a rotina quando nos adaptamos a ela. Somos apegados à realidade, não aceitamos novas perspectivas. Temos medo do desconhecido.

O hoje, o agora. É tudo tão subjetivo; Quer dizer, a própria existência em si é uma mentira a qual alimentamos todos os dias.

Vivemos em nossas mentiras. Vivemos nossas mentiras.

Um envelope desliza por de baixo da porta até meus pés. Está velho e destruído com o tempo. Dentro encontro uma carta amarelada e com as letras apagadas.

Em um português muito fino o autor transcreveu seus sentimentos por uma moça. Provavelmente sua noiva de uma cidade distante.
O remetente correspondia com meu atual endereço. Ao julgar pela data presumo que essa terrível coincidência é fruto de um erro comum nos correios.
Por outro lado algo na carta me chamou a atenção: O remetente e o destinatário estavam invertidos. O homem trocou acidentalmente o lado das informações e assim a carta nunca foi enviada...

Fiquei tentando imaginar o desfecho daquela história de amor. Teria ela esperado por anos a chegada de uma carta que por ironia do destino agora se encontrava em minhas mãos?

E o pobre coitado? Teria esperado anos e anos por uma resposta que nunca chegaria?

São ao total quarenta anos de expectativas e esperanças.

Estava decidido a fazer minha última boa ação antes de minha partida rumo ao desconhecido. Sai pelos fundos até meu carro. Dirigi por duas longas horas até um pequeno vilarejo ao norte.

O tempo parecia não passar para aquelas pessoas. As margens da estrada andavam em veículos puxados por animais. Segui as orientações de dois homens velhos que sentados em um bar jogavam conversa fora.

Segui por mais algumas horas à frente até o endereço indicado. Procurava por tal de Maria.

No local apenas algumas folhagens e o que seriam ruínas de uma casa de campo agora abandonada. Não hesitei em adentrar na velha residência que caia aos pedaços.

Um longo corredor me levava para um quarto nos fundos. A porta estava trancada.

Não foi difícil arrombar a porta, a madeira estava apodrecida.
Diante de mim via um legitimo quarto de bebê. Permaneceu intocado por anos. Seria essa criança a qual o autor da carta se dirigia com tanta ansiedade de conhecê-la? Seria seu filho ou sua filha?

Não queria ter me apeado tanto a esta causa nobre. Sou apenas um pobre escritor que tentava devolver uma carta perdida pelo tempo.
Quantas lágrimas, quantos sonhos, quantos mundos não caíram por conta desta carta? Como um simples pedaço de papel pode trazer tanto sofrimento!!

O sol se punha atrás das montanhas. Estava anoitecendo.
Uma forte chuva se formava ao longe e se aproximava rapidamente. Tinha de me correr se pretendesse chegar a casa em segurança.

Mais o destino resolver me pregar mais uma peça. Meu carro não respondia a meus comandos. Estava confinado aquela casa até o final da tempestade.

Meu celular se encontrava fora da área de cobertura. Imaginei estar no Acre!! (Essa parte é brincadeira tá? hehehe)
Já passavam das seis da tarde e chuva só aumentava. Tentei repetitivamente dar a partida no carro, em vão. O último vão de luz desaparecia lentamente.

Em minha última tentativa, obtive sucesso. Percorri todo a estrada de terra até o antigo vilarejo por que passei anteriormente.

Uma senhora me recebeu educadamente em sua casa. Perguntou o que eu fazia percorrendo aquelas trilhas.

Contei minha história com o máximo de detalhes possíveis. Posso ter adicionado eventos que de fato não ocorreram, e por outra vez poetizado minhas palavras com o intuito de parecer mais realista.

Ao final a moça se levantou e sem mais nem menos sumiu na imensidão daquele casarão. Retornou minutos depois com um envelope envolto em um saco plástico. Era um álbum de fotos.

“-A moça que procura não é quem parece ser. É mais quem aparenta ser. Maria era uma boa pessoa. Freqüentava as missas aos domingos e ajudava nas colheitas. Era ela quem cuidava das festas e casamentos da cidade. Uma moça delicada e talentosa. Preparava cada festa como se fosse para si mesma, esperando o dia em que subiria no altar com seu noivo”.

“-Infelizmente uma forte epidemia se alastrou pela região. Seu esposo desafiou as fronteiras de nossa cidade em busca de um médio capaz de curar a doença de sua amada. Ele se aventurou por mundos além do que qualquer um de nós jamais ousou imaginar. Apesar de nossos esforços, não resistiu mais que quatro meses. Nunca mais tivemos notícias dele. Ela morreu muito jovem, sem ter realizado seus sonhos”.

Fiquei sem reação. De algum modo o universo armou para que aquela carta, aquela carta viesse até mim. Mais porque eu??!
Talvez fosse minha missão final. Uma forma de acertar contas com a vida.

“-Se um dia por acaso o encontrar. Entregue a ele está carta que Maria não teve oportunidade de enviar. É um homem muito bom Senhor Wallace. Sei que fará o que deve ser feito”.

Estava de mãos atadas. Não tinha qualquer informação sobre aquele homem, não sabia quem era, da onde veio, e para onde foi.
Agora no conforto de meu apartamento usava de minhas economias finais para localiza-lo. Usei de todos os recursos possíveis e impossíveis.


Passaram-se alguns meses desde que devolvi a carta sem futuro para o correio.
Os médicos concordavam entre - si: Eu chegava a meu estado terminal.
Sentado na poltrona ao lado de meu telefone vermelho, aguardava qualquer informação sobre o homem perdido.

Ria de mim mesmo. Incorporei aquele caso como se fosse parte de mim. E agora, restando apenas alguns dias de vida, esperava por um milagre. Não o meu milagre.

“-Senhor Wallace!! EM-CO-MEN-DA!!”

Definitivamente, os ventos não estavam a meu favor. Decidi assim mesmo abrir as velas e sentir a brisa.

“-Desculpe-me incomodar, mais está carta chegou hoje de manhã.”

A mesma carta. Foi um tiro no escuro que acertou meu próprio pé.
Por outro lado algo estava errado. Havia mais de uma folha no envelope.

Uma foto ainda preta e branca de duas pessoas jovens a frente da antiga residência por que passei em minha aventura.

O fotografo não sabia, mais estava eternizando um amor que desafiava as barreiras do tempo e espaço. Uma foto que carregava uma herança de dor mas também de sonhos e de esperança.

Porque caminhamos sob o fardo de mentiras que é o passado, sob o qual construímos nosso futuro. Mas nessa brincadeira vivemos mais o desconhecido que nos esquecemos de viver o hoje.
É por isso que se chama presente.

André Torres
(RASCUNHO - 10/07/2009)

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Apenas uma Teoria

Apenas uma teoria. Mas, e se o mundo não se resumisse apenas no que conheçemos?

Quer dizer, é tudo tão subjetivo. O Agora, por exemplo. É um conceito completamente abstrato e indeterminado.

Porém se olharmos o mundo como uma grande maquete veremos o movimento dos cosmos, a luz e a vida como conceitos pré-programados afim de conspirarem entre si de uma forma coesiva e inteligente.

É a união do pensamento lógico clássico com uma matemática superior que leva em conta fatores e constantes ainda desconhecidos pelo homem..

Fenômenos que não se resumem em simples equações e que não podem ser determinados por simples cálculos matemáticos.

È algo que vai além de nossa compreenção.

E como agarrar isso? Bem, se olharmos por esse ponto de vista chegamos a conclusão de que o Universo funciona com suas próprias leis, cabe a nos recebelas e interpreta-las de acordo com nossa cede por conhecimento.

(POSTADO 1 MINUTO ANTES DA MAMÃE DESLIGAR O COMPUTADOR. DEPOIS EU ARRUMO(

domingo, 5 de julho de 2009

O Estranho caso de Gutenberg Brown (PARTE 9)

O Estranho caso de Gutenberg Brown (PARTE 9)

Naquele momento todos os presentes aplaudiram a inteligência de Holmes.
“-Apenas um é o verdadeiro assassino, porém todos são culpados. O caso está encerrado” - Disse Holmes fechando de uma vez o mistério do primeiro ministro.

Ainda naquela noite Joseph foi preso em flagrante portando a mesma arma utilizada no crime anterior. Ele tentava seqüestrar o último candidato, porém foi entregue por Pierre. No dia seguinte todos os quatro estavam presos.

Dias depois eu e Holmes éramos homenageados em praça pública.

“-Não agradeçam a mim, e sim ao oficial Wilkinson que formulou todas as informações necessárias para a resolução do caso” - Disse Holmes me cumprimentando.

Hoje a França se restaura da Crise. A morte o primeiro ministro foi uma perda muito grande para todos nós, porém nunca me esquecerei do ecoar da verdade na grande Ópera de Paris quando resolvi junto ao Detetive Sherlock Holmes o Estranho Caso de Gutenberg Brown.

IMPORTANTEEEEEEE:
Observação: Meu computador fez o favor de escrever "cena do crime" com "S", acabando com toda a gramática do texto. Fica ai o aviso :)
(Maldio World)
CALMA, A SASHA NÃO É MINHA PROFESSORA DE PORTUGUÊS

Caramba, você chegou até aqui?! Leu tuuudo isso ai em cima?! Parabéns!!

Olá! Sejam muito bem-vindos ao meu Blog. Aqui nesse endereço você encontra muuuitas das minhas melhores obras. Dê uma olhada e emocione-se com os romances, mas não deixe de visitar a grande sessão de histórias engraçados e dar umas boas risadas com minhas “estranhas” e inusitadas experiências de vida. Mas se você é um sonhador ou está apaixonado também vai gostar dos textos emocionantes, dos reflexivos e das poesias. Bom, entrem, fiquem o tempo que quiserem e boa diversão!