Se você é do tipo de pessoa que está sempre a procura de fortes emoções não pule de para-quedas. Nem entre de verde na torcida do Corinthians. Agora na máquina do mundo o depoimento de um sobrevivente. André Torres narra sua horripilante experiência ao assistir o mais terrível filme da história do cinema. Fraco? Quem dera. Estamos falando do filme mais assustador e agonizante de todos os tempo: Paranormal Activity. E não sou eu quem estou falando, quem disse isso foi o tio Spielberg e a Paramount Studios.
Vamos a uma breve descrição do inferno, digo, do filme. Lembre-se: Se você tem menos de 21 anos NÃO assista e se você tem entre 48 e 21 não vejam sem estar na presença de seus pais.
Sem muitos atores, sem frescuras e sem muito sangue. O filme explora o subconsciente de forma que as imagens ficam gravadas em você. Não estamos falando de cenas fortes, mas de cenas bem elaboradas que não precisam de efeitos especiais e trilhas sonoras arrepiantes. É um filme extremamente simples mas com um valor artístico rico em detalhes e, apesar de pequeno, um elenco muito bom que se encaixa as características do personagem.Ele se passa dentro da casa de um casal de namorados, que recentemente estão ouvindo barulhos e decidem comprar uma câmera para vigiar as noites(Filmagem amadora como Cloverfield e REC.) para descobrir o que esta acontecendo.O filme começa a ficar mais tenso depois que se descobre que o problema não é a casa e sim a garota e que o que a persegue não é um fantasma
Carlos Informa: “Nada disso é spoiler,você descobre essas coisas nos primeiros 10 minutos de filme”.
Esse filme não é recomendado para pessoas sensíveis, anorexias, lerdas, idiotas, altas, baixas, gordas, magras, felizes, emos, loucas, inteligentes, alérgicas, retardadas e principalmente para Acrenianos. Recomenda-se descrição ao espectador.
Nota: NÃO assista a noite principalmente se você estiver sozinho. Não, eu não estou brincando. NÃO ASSISTAM!!!
Agradecimentos: ...
Reclamações: Carlos, muito obrigado por traumatizar minha vida (Brincadeira). Que o mesmo não aconteça com os demais leitores do BLOG.
Fiquem atentos para a próxima matéria e também para sombras estranhas e portas se mexendo sozinha a noite. Até logo e boa sorte.
...
Avaliação Técnica do Carlos:
Filme: 90/100
História:85/100
Terror:100/100
Efeitos:90/100
terça-feira, 27 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
Vaga Noção
Vaga Noção - André de Jesus Torres (EI GENTE! TODOS OS TEXTOS SÃO MEUS! É TUUUUDO MEU! TUUUUUUDO MESMO!)
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Já passam das 3 horas da manhã quando se ouve o assombroso ranger de madeira ao descer de alguém pelas velhas escadas do casarão.
Os ritmados passos ecoavam escadaria a baixo dando a impressão de que um batalhão despertara e agora rumava pelos portões mundo a fora.
Um fragmento de luz surgira ao final do corredor e se ocultará rapidamente no mesmo instante. Ele seguia o rastro de poeira lentamente como se sua vida dependesse disso. Qualquer movimento em falso e seria tarde de mais.
Passou pelo lugar onde antes costumava haver pessoas rindo e dançando e agora não restava nada além de destroços e memórias.
A luz da lua adentrava pelas janelas laterais iluminando seu caminho e seu pensamento, fazendo lembrar do porque de estar fazendo isso. Pensou ter esquecido por alguns segundos e agora voltará a se perguntar.
Parou para reunir forças e depois retomou sua marcha para o desconhecido. O peso da dúvida e o medo do desconhecido pareciam aumentar seu cansaço e alimentar sua dor. Olhou para trás e viu todo o caminho que percorrerá. Cada segundo cada espaço, cada rosto. Tudo estava tão claro em sua mente que podia jurar que toda aquela jornada não passará de um sonho que durará apenas uma noite.
A história passava diante de seus olhos conforme ele se aproximava de seu destino. Em uma fração de segundos o longo corredor iluminou-se de vozes e cores e ele se via novamente cercado de todas as pessoas mais queridas que agora contemplavam comida e música em sua companhia.
A ilusão não durou muito tempo; O calor fora substituído, mais uma vez, pela tragédia e o esquecimento.
Talvez o desgaste e a fome tivessem afetado sua sanidade, mas ele realmente imaginou aquela cena em todos os detalhes possíveis. Fora tão real que pudera sentir o mínimo movimento de um jogador ao mover uma pequena pedra de xadrez.
Sua jornada chegará ao fim. Seu relógio de ouro não era mais capaz de lhe dizer as horas. O tempo e espaço se alinhavam em um compasso musical engraçado e intrigante. Não sentia mais medo e nem tanta dúvida quanto antes. Ele estava pronto para partir.
Três passos á sua frente havia uma grande porta de madeira que o separava do mundo que ali se escondia.
Dois passos. A porta permanecia trancada, mas hoje, ele quem estava aberto. Partiu.
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Já passam das 3 horas da manhã quando se ouve o assombroso ranger de madeira ao descer de alguém pelas velhas escadas do casarão.
Os ritmados passos ecoavam escadaria a baixo dando a impressão de que um batalhão despertara e agora rumava pelos portões mundo a fora.
Um fragmento de luz surgira ao final do corredor e se ocultará rapidamente no mesmo instante. Ele seguia o rastro de poeira lentamente como se sua vida dependesse disso. Qualquer movimento em falso e seria tarde de mais.
Passou pelo lugar onde antes costumava haver pessoas rindo e dançando e agora não restava nada além de destroços e memórias.
A luz da lua adentrava pelas janelas laterais iluminando seu caminho e seu pensamento, fazendo lembrar do porque de estar fazendo isso. Pensou ter esquecido por alguns segundos e agora voltará a se perguntar.
Parou para reunir forças e depois retomou sua marcha para o desconhecido. O peso da dúvida e o medo do desconhecido pareciam aumentar seu cansaço e alimentar sua dor. Olhou para trás e viu todo o caminho que percorrerá. Cada segundo cada espaço, cada rosto. Tudo estava tão claro em sua mente que podia jurar que toda aquela jornada não passará de um sonho que durará apenas uma noite.
A história passava diante de seus olhos conforme ele se aproximava de seu destino. Em uma fração de segundos o longo corredor iluminou-se de vozes e cores e ele se via novamente cercado de todas as pessoas mais queridas que agora contemplavam comida e música em sua companhia.
A ilusão não durou muito tempo; O calor fora substituído, mais uma vez, pela tragédia e o esquecimento.
Talvez o desgaste e a fome tivessem afetado sua sanidade, mas ele realmente imaginou aquela cena em todos os detalhes possíveis. Fora tão real que pudera sentir o mínimo movimento de um jogador ao mover uma pequena pedra de xadrez.
Sua jornada chegará ao fim. Seu relógio de ouro não era mais capaz de lhe dizer as horas. O tempo e espaço se alinhavam em um compasso musical engraçado e intrigante. Não sentia mais medo e nem tanta dúvida quanto antes. Ele estava pronto para partir.
Três passos á sua frente havia uma grande porta de madeira que o separava do mundo que ali se escondia.
Dois passos. A porta permanecia trancada, mas hoje, ele quem estava aberto. Partiu.
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
11 de Setembro de 2009
11 de Setembro de 2009
Meu dia começou atrasado. Acordei com meu pai me sacudindo. Moral da História: Tinha perdido a perua.
Pode parecer algo ruim, mas para alguém na minha posição perder a perua era uma benção. Eu ia poder ir de carro, dormir mais e chegar mais cedo.
É claro que as coisas nunca saem como planejadas. Eu e meu pai saímos atrasados de casa e cheguei em cima da hora à escola. A primeira aula era geografia (Adoro a Luciene). Na segunda-feira quando fui falar com ela fiquei sabendo (Preparem-se, é um furo de reportagem exclusivo) de que haveria uma prova na sexta. Bom, não teve. Tudo bem, eu nem estudei mesmo.
Enfim, tivemos uma aula sobre Impactos Ambientais do Captalismo. Aé! A Michele faltou hoje. Pelo incrível que parece a nossa quantidade de risadas por pessoa-quadrada duplicou hoje. Eu e o Pucci formulamos uma teoria que explica esse estranho fenômeno: O fator “cala a boca” da Michele evita que nós possamos expressar nossas piadas; Assim, quando ela não está presente nós tomamos liberdade para compartilhar nossos improvisos muito engraçados. De qualquer modo, sentimos sua falta Michele e esperamos que não tenha sido seqüestrada pelo Tio Osama (Trágico!).
Artes.. intervalo (nada de mais).. matemática.. história! Conseguimos falar de preconceito nos Estados Unidos pós-segunda guerra mundial, comentar a guerra fria e ainda fazer um gancho em métodos de tortura medieval (Muito lokoo).
Finalmente chegamos à aula de português. Já sabia (Pelos meus informantes) de que haveria uma PROVA relacionada à formação de plural, o livro (Cuja abreviação do Título é B.B. B) e algo mais. Após uma trama relacionada ás duplas ficou tudo decidido. Infelizmente aquela longa discussão foi em vão uma vez que minutos depois da professora ter distribuído as provas o Tio (Que fez aniversário essa semana.. parabéns tio!) apareceu na porta e disse alguma coisa a professora que eu não pude ouvir.
Ela então olhou para mim com aquela cara “Você tinha que ter consulta no dia da minha prova?”. Bom, eu arrumei a minha mala e me despedi do pessoal do fundão. Sai de fininho e entrei no carro.
A consulta de hoje era com o nosso pediatra. Minha irmã foi diagnosticada com chatisse aguda e eu com colesterol alto (Aé! Eu cresci 2 cm nas férias =] ). E o que isso significa? Significa que cortaram fastfood. Não meus amigos, não cortaram, não fatiaram e nem picaram as pizzas e os hambúrgueres. Eu estou agora proibido de comer algo além de saladas, frango, frutas e iorgute. Já sabem, se eu cortar meus pulsos, a culpa não é do Burguer King.
Agente não foi embora direto depois da consulta. Eu tinha dentista uma hora mais tarde. Sob tais circunstâncias e sem mais opções fomos obrigados a almoçar no Fabuloso, perto da Tecnolab. De cara quando eu entro tem uns pôsteres de uns 2 metros (A meu ver) com umas modelos. Não meus caros, não se tratam disso que passou por suas ingênuas cabeçinhas. Eram lanches Fabulosos (Olha só que Marketing barato. Afinal, quanto estão me pagando para isso?).
Fui forçado pelo meu grilo falante, digo, consciência a pedir uma “sala completa”. Era tomate de todos os jeitos, frango grelhado, ovos de codorna, queijo, alface americana, cenoura... (Criaturas como a Michele estariam no paraíso). Ainda sim aquele hambúrguer da minha irmã parecia estar me seduzindo (#FlorentinaFAIL).
Restaurante... dentista.. casa. Bom, eu toquei um pouco de violão e até me arrisquei pelas teclas do teclado. Pouco tempo depois minha prima liga para cá pedindo uma ajuda para ela estudar para (Quantos paras! Para meu!) a prova do Ábaco. Eu peguei a escada procurando uns livros em cima do armário e acabei fazendo a maior bagunça. Depois ainda assisti ao “Programa Novo” (Sim, é esse o nome do programa) enquanto arrumava. Também deu para (Olha o para de novo) ver um especial sobre animação. Alguém quer ver “UP” comigo no cinema? Sei lá, acho que é o tipo de filme para se ver com a família
“Ai que fofo” diria a Michele. Falando nisso, será que ela tá no meio do deserto agora? Talvez não, quem sabe o Osama não trocou as bases militares muito-lokas com escudo invisível e campo de força por uma cabaninha de madeira no Interior do Acre (E o Acre tem interior?)?
Eu fui tomar banho, jantei e só agora entrei no computador. Não falei com ninguém no msn, só postei uma coisa o outra no twitter. Olhei os recados no Orkut... nem abri o Facebook nem nada mais.
Hoje também acabou a novela “Caminho das Índias”. É uma pena, eu rachava vendo o Tarso (Cara-muito-loko-cheio-de-chip, da novela). Sabem, aqui em casa a “hora da dançinha” se tornou uma tradição milenar! Tic-Tic (Nervoso).
11 de Setembro. Posso até ter feito umas piadinhas positivas, outras muito maldosas... A verdade que nem todos sabem é que o atentado do 11 de setembro nada mais foi senão um... ---------------CENSURADO CIA--------
--------------
Infelizmente por razões (Além de nossa compreensão) eu não posso contar o Segredo: Nem da receita do macarrão da minha avó nem das Orcruxes do Harry. Muito menos da catástrofe que não deve ser nomeada (Nem escrita, nem pensada. Pare de pensar. Eu disse pare! Agora!).
Amanhã eu tenho mocidade e PRETENDO ir na Primavera dos Livros, uma feira bem legal que tá acontecendo em São Paulo. Obras de todos os tipos. Quero ir à parte Japonesa da exposição. Acho que por ser uma feira vai ter o clássico Pastel do Japa (Que cai entre nós, é uma outra conspiração. Mais eu não posso contar muito por que.. Já sabem.. TÃO ME SEGUINDO!).
Então é isso gente, essa foi à história de um garoto e seu cachorro que juntos viveram grandes aventuras com o guarda-chuva mágico que Willy Wonka achou no baú do seu avô. -> ou não
Agora nos despedimos ao som da música tema da novela “Tikérema Aberri A Birréra”, ou ainda na sua versão em português escrita pelo Tio Osama: “Joguei o Avião, Acertei!’
“Qui é que essa torre tá fazendo aiê?
Num sei mais ela vai cai!
E o que vai ocorrer quando o avião ca?
Nem sei, só não quero taí”
Abraços pessoal, obrigado pela atenção e durmam com os anjos e, por favor, não sonhem muito alto! :)
Meu dia começou atrasado. Acordei com meu pai me sacudindo. Moral da História: Tinha perdido a perua.
Pode parecer algo ruim, mas para alguém na minha posição perder a perua era uma benção. Eu ia poder ir de carro, dormir mais e chegar mais cedo.
É claro que as coisas nunca saem como planejadas. Eu e meu pai saímos atrasados de casa e cheguei em cima da hora à escola. A primeira aula era geografia (Adoro a Luciene). Na segunda-feira quando fui falar com ela fiquei sabendo (Preparem-se, é um furo de reportagem exclusivo) de que haveria uma prova na sexta. Bom, não teve. Tudo bem, eu nem estudei mesmo.
Enfim, tivemos uma aula sobre Impactos Ambientais do Captalismo. Aé! A Michele faltou hoje. Pelo incrível que parece a nossa quantidade de risadas por pessoa-quadrada duplicou hoje. Eu e o Pucci formulamos uma teoria que explica esse estranho fenômeno: O fator “cala a boca” da Michele evita que nós possamos expressar nossas piadas; Assim, quando ela não está presente nós tomamos liberdade para compartilhar nossos improvisos muito engraçados. De qualquer modo, sentimos sua falta Michele e esperamos que não tenha sido seqüestrada pelo Tio Osama (Trágico!).
Artes.. intervalo (nada de mais).. matemática.. história! Conseguimos falar de preconceito nos Estados Unidos pós-segunda guerra mundial, comentar a guerra fria e ainda fazer um gancho em métodos de tortura medieval (Muito lokoo).
Finalmente chegamos à aula de português. Já sabia (Pelos meus informantes) de que haveria uma PROVA relacionada à formação de plural, o livro (Cuja abreviação do Título é B.B. B) e algo mais. Após uma trama relacionada ás duplas ficou tudo decidido. Infelizmente aquela longa discussão foi em vão uma vez que minutos depois da professora ter distribuído as provas o Tio (Que fez aniversário essa semana.. parabéns tio!) apareceu na porta e disse alguma coisa a professora que eu não pude ouvir.
Ela então olhou para mim com aquela cara “Você tinha que ter consulta no dia da minha prova?”. Bom, eu arrumei a minha mala e me despedi do pessoal do fundão. Sai de fininho e entrei no carro.
A consulta de hoje era com o nosso pediatra. Minha irmã foi diagnosticada com chatisse aguda e eu com colesterol alto (Aé! Eu cresci 2 cm nas férias =] ). E o que isso significa? Significa que cortaram fastfood. Não meus amigos, não cortaram, não fatiaram e nem picaram as pizzas e os hambúrgueres. Eu estou agora proibido de comer algo além de saladas, frango, frutas e iorgute. Já sabem, se eu cortar meus pulsos, a culpa não é do Burguer King.
Agente não foi embora direto depois da consulta. Eu tinha dentista uma hora mais tarde. Sob tais circunstâncias e sem mais opções fomos obrigados a almoçar no Fabuloso, perto da Tecnolab. De cara quando eu entro tem uns pôsteres de uns 2 metros (A meu ver) com umas modelos. Não meus caros, não se tratam disso que passou por suas ingênuas cabeçinhas. Eram lanches Fabulosos (Olha só que Marketing barato. Afinal, quanto estão me pagando para isso?).
Fui forçado pelo meu grilo falante, digo, consciência a pedir uma “sala completa”. Era tomate de todos os jeitos, frango grelhado, ovos de codorna, queijo, alface americana, cenoura... (Criaturas como a Michele estariam no paraíso). Ainda sim aquele hambúrguer da minha irmã parecia estar me seduzindo (#FlorentinaFAIL).
Restaurante... dentista.. casa. Bom, eu toquei um pouco de violão e até me arrisquei pelas teclas do teclado. Pouco tempo depois minha prima liga para cá pedindo uma ajuda para ela estudar para (Quantos paras! Para meu!) a prova do Ábaco. Eu peguei a escada procurando uns livros em cima do armário e acabei fazendo a maior bagunça. Depois ainda assisti ao “Programa Novo” (Sim, é esse o nome do programa) enquanto arrumava. Também deu para (Olha o para de novo) ver um especial sobre animação. Alguém quer ver “UP” comigo no cinema? Sei lá, acho que é o tipo de filme para se ver com a família
“Ai que fofo” diria a Michele. Falando nisso, será que ela tá no meio do deserto agora? Talvez não, quem sabe o Osama não trocou as bases militares muito-lokas com escudo invisível e campo de força por uma cabaninha de madeira no Interior do Acre (E o Acre tem interior?)?
Eu fui tomar banho, jantei e só agora entrei no computador. Não falei com ninguém no msn, só postei uma coisa o outra no twitter. Olhei os recados no Orkut... nem abri o Facebook nem nada mais.
Hoje também acabou a novela “Caminho das Índias”. É uma pena, eu rachava vendo o Tarso (Cara-muito-loko-cheio-de-chip, da novela). Sabem, aqui em casa a “hora da dançinha” se tornou uma tradição milenar! Tic-Tic (Nervoso).
11 de Setembro. Posso até ter feito umas piadinhas positivas, outras muito maldosas... A verdade que nem todos sabem é que o atentado do 11 de setembro nada mais foi senão um... ---------------CENSURADO CIA--------
--------------
Infelizmente por razões (Além de nossa compreensão) eu não posso contar o Segredo: Nem da receita do macarrão da minha avó nem das Orcruxes do Harry. Muito menos da catástrofe que não deve ser nomeada (Nem escrita, nem pensada. Pare de pensar. Eu disse pare! Agora!).
Amanhã eu tenho mocidade e PRETENDO ir na Primavera dos Livros, uma feira bem legal que tá acontecendo em São Paulo. Obras de todos os tipos. Quero ir à parte Japonesa da exposição. Acho que por ser uma feira vai ter o clássico Pastel do Japa (Que cai entre nós, é uma outra conspiração. Mais eu não posso contar muito por que.. Já sabem.. TÃO ME SEGUINDO!).
Então é isso gente, essa foi à história de um garoto e seu cachorro que juntos viveram grandes aventuras com o guarda-chuva mágico que Willy Wonka achou no baú do seu avô. -> ou não
Agora nos despedimos ao som da música tema da novela “Tikérema Aberri A Birréra”, ou ainda na sua versão em português escrita pelo Tio Osama: “Joguei o Avião, Acertei!’
“Qui é que essa torre tá fazendo aiê?
Num sei mais ela vai cai!
E o que vai ocorrer quando o avião ca?
Nem sei, só não quero taí”
Abraços pessoal, obrigado pela atenção e durmam com os anjos e, por favor, não sonhem muito alto! :)
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
The Spider Pig Song
Quem não se lembra do carismático (e traidor..) Porco-aranha? E que tal o Harry Porco? Bom, não podíamos deixar de homenagear no dia da Independência (????) o nosso querido Porco Aranha!! :D
Assista o vídeo, clicando aqui
---
Spider Pig Song
"SPIDER PIG
SPIDER PIG
Does whatever a SPIDER PIG does
Can he swing
From a web
No he can't
He’s a pig
LOOK OOOUUUTTT!!!!
He is a SPIDER PIG!!
LOOK OOOUUUTTT!!!!
He is a SPIDER PIG!!"
Assista o vídeo, clicando aqui
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Spider Pig Song
"SPIDER PIG
SPIDER PIG
Does whatever a SPIDER PIG does
Can he swing
From a web
No he can't
He’s a pig
LOOK OOOUUUTTT!!!!
He is a SPIDER PIG!!
LOOK OOOUUUTTT!!!!
He is a SPIDER PIG!!"
Hora da Ginastica da Máquina!
Você quer montar um vídeo com a sua turma e colocar no youtube mais está cansado de cantar músicas velhas e fazer palhaçadas sem graça? Bom, SEUS PROBLEMAS ACABARAM!! Confira a GINÁSTICA DA MÁQUINA, um sucesso mundial. Uma dança de 1minuto muito divertida. Vale a pena conferir.
Assistam o vídeo, idiotas :)
---
"Dê a volta estenda os braços, aqui vamos nós vamos passo a passo...
Você gira assim e faz como nós,agora do outro lado sem dar nós...
Balance seus braços; mas com cuidado!
E abaixe bem pra não sair errado...
Balance seus braços; mas com cuidado!
E abaixe bem pra ficar sempre ligado!
Roda rápido,roda rápido,roda roda rápido...
Roda rápido,roda rápido,roda roda
rápido...
Tap,tap;Bang bang
Tap,tap;Bang bang
Tap,tap;Bang bang
Tap,tap;Bang bang
Puxe todo ar, e depois é só soltar; Ele vai entrar pra depois sair...
É a ginástica da máquina!
É a ginástica da máquina!"
Assistam o vídeo, idiotas :)
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"Dê a volta estenda os braços, aqui vamos nós vamos passo a passo...
Você gira assim e faz como nós,agora do outro lado sem dar nós...
Balance seus braços; mas com cuidado!
E abaixe bem pra não sair errado...
Balance seus braços; mas com cuidado!
E abaixe bem pra ficar sempre ligado!
Roda rápido,roda rápido,roda roda rápido...
Roda rápido,roda rápido,roda roda
rápido...
Tap,tap;Bang bang
Tap,tap;Bang bang
Tap,tap;Bang bang
Tap,tap;Bang bang
Puxe todo ar, e depois é só soltar; Ele vai entrar pra depois sair...
É a ginástica da máquina!
É a ginástica da máquina!"
domingo, 23 de agosto de 2009
"Sem Nome"
O que acontece quando juntamos a Internet com o Humor e os unimos com a Literatura? Confiram o resultado dessa química no texto “Sem nome” de André de Jesus Torres.
Sem Nome
Hoje acordei um pouco mais tarde do que estou acostumado. O motivo é simples: ontem me entretive com um esporte o qual tive o cuidado de batizar como Fight Ball que consiste em rebater uma bola de plástico (Das bem grandes) nas paredes do quarto até quebrar/derrubar alguma coisa. Tudo bem, já passava da meia-noite quando eu estava sentado em minha cama me preparando para o dia seguinte quando me lembro das minhas tarefas das mais variadas disciplinas. Minha irmã, que já dormirá a muito tempo, estava visivelmente incomodada com a luz: A lâmpada do meu quarto é do outro mundo. Ela é Phillps 500.000W (E desconfio de que ela funcione com plutônio). Mais isso é outra história.. De qualquer modo, terminada a lição, guardei meus livros e me embalei em meu cobertor.
Pela manhã me surpreendi com o formato que meu cabelo adquirirá. Como estava atrasado acabei não dando muita importância. Hoje o Tio Arantes chegou mais cedo, afinal fomos surpreendidos no segundo dia de aula quando chovia muito e ficamos presos no trânsito. Como garantia, saiu mais cedo de casa e conseqüentemente houve um conflito entre suas pretensões e minhas circunstâncias. Mas isso não seria um problema. Chegamos com tempo de sobra na escola, cerca de vinte minutos antes do início das aulas.
Quando desci da perua (Um Sprinter de cor verde muito peculiar) tomei cuidado para não deixar meu celular (Um V3 preto com o LCD quebrado, resultado de meus malabarismos inusitados) cair do meu bolso (Grande e folgado) no bueiro ao lado (Grande e sombrio). Agora tenho uma epifania: Em uma rua tão movimentada e disputada pelos automóveis, Tio Arantes consegue realizar a proeza de parar exatamente no mesmo lugar todos os dias, de modo que tenho de ficar atento toda vez ao descer da vã.
O “Tio”, como é chamado, não me complementará hoje: A escola estaria sem o álcool gel nas cápsulas (Localizadas em todos os corredores). Desejei-lhe um bom dia e entrei. Cumprimentei uma amiga, mas não sua irmã, gêmea. Isso me faz lembrar da vez em que fui a uma festa...
Era dia 20 de Junho de 2009, uma noite quente e agradável. Meu pai fazia 41 anos naquela mesma data, entretanto fui convidado a participar de uma simples comemoração na nem tão simples casa de meu amigo. Não só por ser uma linda casa, mas por ficar em um lugar de quase impossível localização. Minha irmã e meus primos me acompanhavam em meu trajeto. Por um momento pensei estar no Acre, mas logo descartei essa hipótese quando avistei um grupo de bêbados, digo, pessoas felizes que cantavam alegremente em um bar. Paramos para pedir informação a um homem que pendurava bandeirinhas (Agora tudo faz sentido, era época de São João, festa junina) em sua rua. O homem estava do lado direito, coincidentemente do lado em que eu estava sentado no banco da frente. A pobre criatura estava completamente embriagada, de tal maneira que repetiu quatro vezes as instruções. Podem ter sido apenas alguns minutos, mas para mim aquele bafo de pinga (Ou seria quentão?) teria me atormentado por horas.
A pior parte já teria passado, era a direção certa. Naquele dia estávamos nos orientando por uma anotação feita no dia anterior em meu caderno. Dizia claramente: “Rua sem saída”. Seria fácil, se o bairro não fosse formado por DEZENAS de ruas sem saída, todas em sequência. Avistei ao longe o nome da rua. Não vou entrar em detalhes.
Sou recebido pelo meu famoso apelido. Cumprimentei o aniversariante e conheci sua família. Todos muito simpáticos. Encontrei amigos e amigos de corredor. Aquela noite talvez tenha me inspirado, pois pude fazer piadas extremamente engraçadas (É claro, nenhuma piada é boa de mais se o público é o de menos). Jogamos “Banco Imobiliário”. No decorrer do jogo muitas pessoas desistiam, estávamos enfrentando uma crise econômica. Apesar de meus esforços, não me contive em comprar o banco. Jogo encerrado, mais uma vez sou eu o vencedor (Viva eu!).
A festa prosseguia. Quando me dei conta estava sentado diante de uma televisão com um jogo extremamente violento de nome “Naruto”. Nunca me identifiquei totalmente com a série do anime, porém mediante aos esforços e insistências de meus amigos, acabei aderindo ao “movimento ninja”. Enfim, meu personagem possuía habilidades incríveis (No meu ponto de vista). Levei um pouco de tempo para decorar a sequencia “bolinha, quadrado, bolinha, triângulo, quadrado” e assim sucessivamente. Como já se era esperado, meus conhecimentos de economia e mercado de ações não me ajudaram nesse jogo.
Em um piscar de olhos troquei o alucinante jogo de golpes e explosões por uma aventura pacífica pelo oceano atlântico (Isso não foi um trocadilho). No Nitendo DS jogava The Sims Náufragos, uma versão para o consoledo jogo de computador famoso que tive a honra de testar a última versão em primeira mão no evento de estréia na FNAC da Paulista. Mas voltando a história, o jogo simulava um experiência de naufrágio em uma ilha “deserta” onde meu personagem era obrigado a lidar com diferentes situações e realizar determinadas atividades utilizando recursos disponíveis na própria ilha. Demorei até me acostumar com as telas e o modo em que funcionava o jogo.
Eu estava sentado na areia esfregando dois gravetos (Na verdade um palitinho e uma tela touch) quando me aparece uma mensagem dizendo “Assopre”. “Assopre”. “Assopre idiota!”. OK, qual o botão para assoprar?
Como sempre digo, “A oportunidade faz um comediante”, comecei a chover, digo, assoprar o console múltiplas vezes e me impressionei ao ver fumaça saindo (Calma, não do console, da fogueira). Sim meus caros, havia um microfone embutido (Seria assim que minha avó conversa com sua novela?), pura tecnologia. Viva ao futuro!
Em determinado momento estávamos chutando? bola? na garagem quando duas de minhas amigas se preparam para ir embora. Transcrevo aqui um trecho de nosso revelador diálogo que se desenrolou momentos antes de sua partida.
“Então vocês vão embora juntas? Não sabia que eram vizinhas...” - Era uma piada perfeita para despedidas, sempre deu certo.
“Não, nós moramos juntas” - Disse uma delas.
“Vocês.. são irmãs?”
“É...”
(risadas minhas)
“Só falta vocês dizerem que são irmãs gêmeas”
“Sim, nós somos”
Momento epifania. Naquele instante minha avó se surpreendia ao assistir o último capítulo de sua novela quando Augusto (Que todos imaginavam ser apenas amigo de Olívia) se revela na verdade pai de Alfredo (Trágico! Trágico!).
“Vocês são gêmeas?”
“Sim...”
Eu estava pasmo, em estado de choque. A “Teoria das Gêmeas” nunca passará em minha cabeça. Algum tempo atrás descobri que minha amiga Beatriz e meu amigo Vitor eram irmãos, gêmeos.
É de meu parecer que ser gêmeo está na moda.. snif snif
O desfecho dessa história dentro de outra nos mostra que até mesmo você pode ter um irmão gêmeo do mal que planeja dominar o mundo como um astro POP ou com uma risada maléfica e algumas bombas nucleares. Lembrem-se, em matéria de epifania, tudo, é possível.
Agora vamos voltar ao verdadeiro foco da história, a história. Após cumprimentar essas amiga com um “tchauzinho” me dirigi ao balcão, uma vez que as cápsulas estavam sem o álcool gel. No balcão havia um vidrinho muito simpático. Lavei as mãos e fui para a sala.
Logo no começo ouvi uma amiga dizer *** chegou (Não vou entrar em detalhes de meu apelido, apesar de na maioria das vezes ser usado de forma carinhosa. De qualquer modo caminhei pelo corredor e me sentei em meu lugar de costume. A sala estava com a luz apagada. Não é uma metáfora, mas em minha sala se enxerga melhor com a luz apagada. A luz é tão forte e assim mesmo tão fria que deixa o ambiente mais cansativo, enjoativo, além de não combinar muito com minhas espinhas, as quais ficam mais aparentes.
Foram minutos de muito divertimento. Passei a dar mais valor ao meu grupo de amigos do objetivo depois dessas férias. Talvez a rotina desgastante tenha feito eu me esquecer desse imenso valor contido nas amizades de escola. Com esse longo período de descanso pude descansar e refletir bastante. Foi um mês mais quinze dias sem aula como medida preventiva para conter o avanço do vírus da gripe A, totalizando 45 dias de férias. 45 dias dormindo às três da manhã e acordando sete ou oito horas depois.
Nessas férias aconteceram fatos muito inusitados e curiosos. Não tenho muito tempo para contar todos, daqui algum tempo tenho que correr para meu curso de inglês onde vou redigir uma redação no idioma. Serei mais abrangente em minhas observações.
ATENÇÃO: Os locais e identidades descritos a seguir serão preservados por motivos de segurança pessoa.
Ao longo desses 45 dias eu conheci uma garota muito bonita e interessante. Foi um dos melhores (Se não o melhor) dia do ano. Mantivemos contato, porém, apesar de amá-la, não estou muito confiante.
O melhor é deixar o tempo decidir. Ele é na verdade um grande escritor que sempre escreve finais felizes. =)
Nessas férias eu assisti muitos filmes. Não sei nem por onde começar. Não sei se falo dos de cinema, das estréias, dos antigos e nem tão antigos. Os que mais gostei... bem, posso citar:
“Harry Potter e o Enigma do Príncipe”, como melhor filme de magia.
“A Era do Gelo”, como melhor animação.
“O Misterioso caso de Benjamin Button”, como melhor roteiro e melhor figurino.
“Transformers 2”, como melhores efeitos especiais.
“O Misterioso caso de Benjamin Button”, como MELHOR FILME.
Nessas férias ouvi músicas incríveis. Novas, antigas, velhas, estréias, novidades, e algumas que duram para sempre. Também postei incríveis mensagens em meu “Twitter”, uma ferramenta quase tão indispensável para mim quanto um martelo para um pedreiro (No caso a pedreira é a Michele).
Comi fastfood de montão, mas também tive a honra de ser convidado para finos jantares e espalhafatosos almoços de domingo na casa da minha maravilhosa avó *****. Não poderia deixar de citas as incríveis histórias, os inquestionáveis fatos verídicos, as mil e umas peripécias de sua vida, cantados pela minha esplendida avó ****.
Apesar de não ter lido tanto como de costume, supri minha necessidade por conhecimento e criação de outra maneira: Editando minha própria obra “A Máquina do Mundo”. Foram várias noites em claro planejando cada pequeno detalhe da história.
Nessas férias eu fiz muitos trocadilhos que arrancaram vários “rarararara”, “plasplasplasplas”, “kkkk”, “ashushuhasa”, “koaskoaskoasokakos” e o inédito e criativo “juiujijisujjsuisujus”.(???). Viva a linguagem de msn!
Encontrei uma agenda antiga que muito me serviu me ensinando várias frases bem mais profundas que a piada do “eu cavo, tu cavas”. Foram férias filosóficas, mas também muito idiotas. Presenciei os mais variados estilos e formas de idiotice. Que tal um “top five” das besteiras?
Na quinta posição (Tas diz: Olha issoooo!!) Giovana com seu salto mortal tripo-duplho-muito-louco. Caminhando alegremente, Giovana é a prova real de que “Quanto maior o salto, maior a queda”. Se ela estava de salto alto eu não sei, mas que ela tropeçou legal isso é verdade.
Na quarta posição (Tas diz: Vejam só isso..!!) temos um fato inéééédito no CQC, digo, no blog. Uma tranqüila viagem para Minas Gerais se transforma em uma luta pela sobrevivência. Agora, na quarta posição, olha isso.
(Trecho adaptado em razão do meu problema de esquecimento)
André - Afff Aline, cadê meu lápis??
Aline - Tá no meio do seu caderno (Um livrinho com palavras cruzadas, sudoku e outros jogos para passar o tempo), André.
*André pega o lápis e finge que ele é uma varinha
André - Aline, qual é mesmo o nome do feitiço do Harry Potter?
Aline - É “Rinkintuns Sempra”, André.
*André ataca o banco com o lápis
André - Rinkintuns Sempra!!!! aaaaaaaai, minha mão!
*André fura a mão com o lápis
Aline: rararararara
André: Se eu tivesse o iPhone, postava isso no twitter.
Senhor Omar: “Trágico, trágico” (Senhor Omar sobre o acidente com o lápis)
Vamos para a terceira posição (Tas diz: Vocês não vão acreditar..). Agora na sua televisão, a terceira posição do Top Five, olha isso:
Entrevista de Mirella (A fazenda) para Hoje em Dia
Brito Cover, digo, Celso, Cavalini? : Hoje no dia do amigo temos o prazer de receber a Miiirela, eliminada ontem da Fazenda.
Jegue, digo, Mirela (Com sua voz de disco riscado): Aé, eu queria aproveitar Brito, quer dizer, Celso pRa agradeSCEr a todos que votaram em mim, são todos os meus amigos, beijão.
OK, vamos analisar o período a cima:
Qual o tema da votação? Simples, “Quem você quer que seja eliminado da Fazenda?”.
Vamos ver o replay: “Aé, eu queria aproveitar Brito, quer dizer, Celso pRa agradeSCEr a todos que votaram em mim, são todos os meus amigos, beijão”.
Prometi a mim mesmo que não ia explicar mais de uma vez. Promessa para mim é divida.
Devo admitir que não me lembro das demais posições do nosso Ranking. Será possível acompanhar a decisão semana que vem, nesse mesmo blog, nesse mesmo canal, nessa mesma hora.
Nessas férias eu também atualizei muito o blog. Também o Orkut e o Facebook. Os links aparecem na parte de baixo do seu televisor, digo, no canto direito do seu monitor.
Infelizmente não posso deixar de faltar a essa importante aula de inglês. Sinto muito mais terão de me esperar por algumas horas. Agradeço a atenção de todos e até amanhã. Obrigado.
(Vinheta: pam pam pam, panãnã nã nã)
Sem Nome
Hoje acordei um pouco mais tarde do que estou acostumado. O motivo é simples: ontem me entretive com um esporte o qual tive o cuidado de batizar como Fight Ball que consiste em rebater uma bola de plástico (Das bem grandes) nas paredes do quarto até quebrar/derrubar alguma coisa. Tudo bem, já passava da meia-noite quando eu estava sentado em minha cama me preparando para o dia seguinte quando me lembro das minhas tarefas das mais variadas disciplinas. Minha irmã, que já dormirá a muito tempo, estava visivelmente incomodada com a luz: A lâmpada do meu quarto é do outro mundo. Ela é Phillps 500.000W (E desconfio de que ela funcione com plutônio). Mais isso é outra história.. De qualquer modo, terminada a lição, guardei meus livros e me embalei em meu cobertor.
Pela manhã me surpreendi com o formato que meu cabelo adquirirá. Como estava atrasado acabei não dando muita importância. Hoje o Tio Arantes chegou mais cedo, afinal fomos surpreendidos no segundo dia de aula quando chovia muito e ficamos presos no trânsito. Como garantia, saiu mais cedo de casa e conseqüentemente houve um conflito entre suas pretensões e minhas circunstâncias. Mas isso não seria um problema. Chegamos com tempo de sobra na escola, cerca de vinte minutos antes do início das aulas.
Quando desci da perua (Um Sprinter de cor verde muito peculiar) tomei cuidado para não deixar meu celular (Um V3 preto com o LCD quebrado, resultado de meus malabarismos inusitados) cair do meu bolso (Grande e folgado) no bueiro ao lado (Grande e sombrio). Agora tenho uma epifania: Em uma rua tão movimentada e disputada pelos automóveis, Tio Arantes consegue realizar a proeza de parar exatamente no mesmo lugar todos os dias, de modo que tenho de ficar atento toda vez ao descer da vã.
O “Tio”, como é chamado, não me complementará hoje: A escola estaria sem o álcool gel nas cápsulas (Localizadas em todos os corredores). Desejei-lhe um bom dia e entrei. Cumprimentei uma amiga, mas não sua irmã, gêmea. Isso me faz lembrar da vez em que fui a uma festa...
Era dia 20 de Junho de 2009, uma noite quente e agradável. Meu pai fazia 41 anos naquela mesma data, entretanto fui convidado a participar de uma simples comemoração na nem tão simples casa de meu amigo. Não só por ser uma linda casa, mas por ficar em um lugar de quase impossível localização. Minha irmã e meus primos me acompanhavam em meu trajeto. Por um momento pensei estar no Acre, mas logo descartei essa hipótese quando avistei um grupo de bêbados, digo, pessoas felizes que cantavam alegremente em um bar. Paramos para pedir informação a um homem que pendurava bandeirinhas (Agora tudo faz sentido, era época de São João, festa junina) em sua rua. O homem estava do lado direito, coincidentemente do lado em que eu estava sentado no banco da frente. A pobre criatura estava completamente embriagada, de tal maneira que repetiu quatro vezes as instruções. Podem ter sido apenas alguns minutos, mas para mim aquele bafo de pinga (Ou seria quentão?) teria me atormentado por horas.
A pior parte já teria passado, era a direção certa. Naquele dia estávamos nos orientando por uma anotação feita no dia anterior em meu caderno. Dizia claramente: “Rua sem saída”. Seria fácil, se o bairro não fosse formado por DEZENAS de ruas sem saída, todas em sequência. Avistei ao longe o nome da rua. Não vou entrar em detalhes.
Sou recebido pelo meu famoso apelido. Cumprimentei o aniversariante e conheci sua família. Todos muito simpáticos. Encontrei amigos e amigos de corredor. Aquela noite talvez tenha me inspirado, pois pude fazer piadas extremamente engraçadas (É claro, nenhuma piada é boa de mais se o público é o de menos). Jogamos “Banco Imobiliário”. No decorrer do jogo muitas pessoas desistiam, estávamos enfrentando uma crise econômica. Apesar de meus esforços, não me contive em comprar o banco. Jogo encerrado, mais uma vez sou eu o vencedor (Viva eu!).
A festa prosseguia. Quando me dei conta estava sentado diante de uma televisão com um jogo extremamente violento de nome “Naruto”. Nunca me identifiquei totalmente com a série do anime, porém mediante aos esforços e insistências de meus amigos, acabei aderindo ao “movimento ninja”. Enfim, meu personagem possuía habilidades incríveis (No meu ponto de vista). Levei um pouco de tempo para decorar a sequencia “bolinha, quadrado, bolinha, triângulo, quadrado” e assim sucessivamente. Como já se era esperado, meus conhecimentos de economia e mercado de ações não me ajudaram nesse jogo.
Em um piscar de olhos troquei o alucinante jogo de golpes e explosões por uma aventura pacífica pelo oceano atlântico (Isso não foi um trocadilho). No Nitendo DS jogava The Sims Náufragos, uma versão para o consoledo jogo de computador famoso que tive a honra de testar a última versão em primeira mão no evento de estréia na FNAC da Paulista. Mas voltando a história, o jogo simulava um experiência de naufrágio em uma ilha “deserta” onde meu personagem era obrigado a lidar com diferentes situações e realizar determinadas atividades utilizando recursos disponíveis na própria ilha. Demorei até me acostumar com as telas e o modo em que funcionava o jogo.
Eu estava sentado na areia esfregando dois gravetos (Na verdade um palitinho e uma tela touch) quando me aparece uma mensagem dizendo “Assopre”. “Assopre”. “Assopre idiota!”. OK, qual o botão para assoprar?
Como sempre digo, “A oportunidade faz um comediante”, comecei a chover, digo, assoprar o console múltiplas vezes e me impressionei ao ver fumaça saindo (Calma, não do console, da fogueira). Sim meus caros, havia um microfone embutido (Seria assim que minha avó conversa com sua novela?), pura tecnologia. Viva ao futuro!
Em determinado momento estávamos chutando? bola? na garagem quando duas de minhas amigas se preparam para ir embora. Transcrevo aqui um trecho de nosso revelador diálogo que se desenrolou momentos antes de sua partida.
“Então vocês vão embora juntas? Não sabia que eram vizinhas...” - Era uma piada perfeita para despedidas, sempre deu certo.
“Não, nós moramos juntas” - Disse uma delas.
“Vocês.. são irmãs?”
“É...”
(risadas minhas)
“Só falta vocês dizerem que são irmãs gêmeas”
“Sim, nós somos”
Momento epifania. Naquele instante minha avó se surpreendia ao assistir o último capítulo de sua novela quando Augusto (Que todos imaginavam ser apenas amigo de Olívia) se revela na verdade pai de Alfredo (Trágico! Trágico!).
“Vocês são gêmeas?”
“Sim...”
Eu estava pasmo, em estado de choque. A “Teoria das Gêmeas” nunca passará em minha cabeça. Algum tempo atrás descobri que minha amiga Beatriz e meu amigo Vitor eram irmãos, gêmeos.
É de meu parecer que ser gêmeo está na moda.. snif snif
O desfecho dessa história dentro de outra nos mostra que até mesmo você pode ter um irmão gêmeo do mal que planeja dominar o mundo como um astro POP ou com uma risada maléfica e algumas bombas nucleares. Lembrem-se, em matéria de epifania, tudo, é possível.
Agora vamos voltar ao verdadeiro foco da história, a história. Após cumprimentar essas amiga com um “tchauzinho” me dirigi ao balcão, uma vez que as cápsulas estavam sem o álcool gel. No balcão havia um vidrinho muito simpático. Lavei as mãos e fui para a sala.
Logo no começo ouvi uma amiga dizer *** chegou (Não vou entrar em detalhes de meu apelido, apesar de na maioria das vezes ser usado de forma carinhosa. De qualquer modo caminhei pelo corredor e me sentei em meu lugar de costume. A sala estava com a luz apagada. Não é uma metáfora, mas em minha sala se enxerga melhor com a luz apagada. A luz é tão forte e assim mesmo tão fria que deixa o ambiente mais cansativo, enjoativo, além de não combinar muito com minhas espinhas, as quais ficam mais aparentes.
Foram minutos de muito divertimento. Passei a dar mais valor ao meu grupo de amigos do objetivo depois dessas férias. Talvez a rotina desgastante tenha feito eu me esquecer desse imenso valor contido nas amizades de escola. Com esse longo período de descanso pude descansar e refletir bastante. Foi um mês mais quinze dias sem aula como medida preventiva para conter o avanço do vírus da gripe A, totalizando 45 dias de férias. 45 dias dormindo às três da manhã e acordando sete ou oito horas depois.
Nessas férias aconteceram fatos muito inusitados e curiosos. Não tenho muito tempo para contar todos, daqui algum tempo tenho que correr para meu curso de inglês onde vou redigir uma redação no idioma. Serei mais abrangente em minhas observações.
ATENÇÃO: Os locais e identidades descritos a seguir serão preservados por motivos de segurança pessoa.
Ao longo desses 45 dias eu conheci uma garota muito bonita e interessante. Foi um dos melhores (Se não o melhor) dia do ano. Mantivemos contato, porém, apesar de amá-la, não estou muito confiante.
O melhor é deixar o tempo decidir. Ele é na verdade um grande escritor que sempre escreve finais felizes. =)
Nessas férias eu assisti muitos filmes. Não sei nem por onde começar. Não sei se falo dos de cinema, das estréias, dos antigos e nem tão antigos. Os que mais gostei... bem, posso citar:
“Harry Potter e o Enigma do Príncipe”, como melhor filme de magia.
“A Era do Gelo”, como melhor animação.
“O Misterioso caso de Benjamin Button”, como melhor roteiro e melhor figurino.
“Transformers 2”, como melhores efeitos especiais.
“O Misterioso caso de Benjamin Button”, como MELHOR FILME.
Nessas férias ouvi músicas incríveis. Novas, antigas, velhas, estréias, novidades, e algumas que duram para sempre. Também postei incríveis mensagens em meu “Twitter”, uma ferramenta quase tão indispensável para mim quanto um martelo para um pedreiro (No caso a pedreira é a Michele).
Comi fastfood de montão, mas também tive a honra de ser convidado para finos jantares e espalhafatosos almoços de domingo na casa da minha maravilhosa avó *****. Não poderia deixar de citas as incríveis histórias, os inquestionáveis fatos verídicos, as mil e umas peripécias de sua vida, cantados pela minha esplendida avó ****.
Apesar de não ter lido tanto como de costume, supri minha necessidade por conhecimento e criação de outra maneira: Editando minha própria obra “A Máquina do Mundo”. Foram várias noites em claro planejando cada pequeno detalhe da história.
Nessas férias eu fiz muitos trocadilhos que arrancaram vários “rarararara”, “plasplasplasplas”, “kkkk”, “ashushuhasa”, “koaskoaskoasokakos” e o inédito e criativo “juiujijisujjsuisujus”.(???). Viva a linguagem de msn!
Encontrei uma agenda antiga que muito me serviu me ensinando várias frases bem mais profundas que a piada do “eu cavo, tu cavas”. Foram férias filosóficas, mas também muito idiotas. Presenciei os mais variados estilos e formas de idiotice. Que tal um “top five” das besteiras?
Na quinta posição (Tas diz: Olha issoooo!!) Giovana com seu salto mortal tripo-duplho-muito-louco. Caminhando alegremente, Giovana é a prova real de que “Quanto maior o salto, maior a queda”. Se ela estava de salto alto eu não sei, mas que ela tropeçou legal isso é verdade.
Na quarta posição (Tas diz: Vejam só isso..!!) temos um fato inéééédito no CQC, digo, no blog. Uma tranqüila viagem para Minas Gerais se transforma em uma luta pela sobrevivência. Agora, na quarta posição, olha isso.
(Trecho adaptado em razão do meu problema de esquecimento)
André - Afff Aline, cadê meu lápis??
Aline - Tá no meio do seu caderno (Um livrinho com palavras cruzadas, sudoku e outros jogos para passar o tempo), André.
*André pega o lápis e finge que ele é uma varinha
André - Aline, qual é mesmo o nome do feitiço do Harry Potter?
Aline - É “Rinkintuns Sempra”, André.
*André ataca o banco com o lápis
André - Rinkintuns Sempra!!!! aaaaaaaai, minha mão!
*André fura a mão com o lápis
Aline: rararararara
André: Se eu tivesse o iPhone, postava isso no twitter.
Senhor Omar: “Trágico, trágico” (Senhor Omar sobre o acidente com o lápis)
Vamos para a terceira posição (Tas diz: Vocês não vão acreditar..). Agora na sua televisão, a terceira posição do Top Five, olha isso:
Entrevista de Mirella (A fazenda) para Hoje em Dia
Brito Cover, digo, Celso, Cavalini? : Hoje no dia do amigo temos o prazer de receber a Miiirela, eliminada ontem da Fazenda.
Jegue, digo, Mirela (Com sua voz de disco riscado): Aé, eu queria aproveitar Brito, quer dizer, Celso pRa agradeSCEr a todos que votaram em mim, são todos os meus amigos, beijão.
OK, vamos analisar o período a cima:
Qual o tema da votação? Simples, “Quem você quer que seja eliminado da Fazenda?”.
Vamos ver o replay: “Aé, eu queria aproveitar Brito, quer dizer, Celso pRa agradeSCEr a todos que votaram em mim, são todos os meus amigos, beijão”.
Prometi a mim mesmo que não ia explicar mais de uma vez. Promessa para mim é divida.
Devo admitir que não me lembro das demais posições do nosso Ranking. Será possível acompanhar a decisão semana que vem, nesse mesmo blog, nesse mesmo canal, nessa mesma hora.
Nessas férias eu também atualizei muito o blog. Também o Orkut e o Facebook. Os links aparecem na parte de baixo do seu televisor, digo, no canto direito do seu monitor.
Infelizmente não posso deixar de faltar a essa importante aula de inglês. Sinto muito mais terão de me esperar por algumas horas. Agradeço a atenção de todos e até amanhã. Obrigado.
(Vinheta: pam pam pam, panãnã nã nã)
Ventos Cortantes
Ventos Cortantes
Reza a lenda que todos têm um dia de sorte. Um dia em que, teoricamente, as forças do universo conspiram a nosso favor. Talvez seja uma questão de lógica ou apenas mais uma lenda urbana; Tudo depende unicamente do modo como você enxerga a vida.
Para ele, os dias de sorte não existiam. Ele acreditava que sorte e azar são conceitos vagos, sem pé nem cabeça. Foram um modo que o homem encontrou de justificar seus fracassos e agradecer suas conquistas ao acaso. Mas para ele o acaso não existia. Era como se tudo fosse predestinado a acontecer daquela forma.
O sucesso para ele deveria ser conquistado com dedicação e trabalho duro. Por toda a sua sofrida vida carregou o peso da derrota em suas costas. Hoje sem mais forças para lutar ele se senta na varanda e observa as folhas sendo carregadas pelo vento. Lentamente ele vê sua vida passando rápido de mais para que possa acompanhá-la.
Nunca terá um único dia de sorte sequer. Tudo que conquistará era fruto dos dias e noites em que acordou exausto, dos raios de sol quentes e o vento cortante que agredia sua pele flácida.
Quantas noites não passou em claro na esperança de que o amanhã seria melhor do que o dia anterior? Mais o amanhã nunca chegará.
Agora sua estrada chegará ao fim. Ele sabia que não tinha muito tempo de vida. Nesse dia ele não saiu ao sol. Nesse dia, ele não carregou seus erros e magos nas costas. Apenas naquele dia ele encontrou, finalmente, a paz.
André Torres
(Michele disse que era nota 10. eu dei um 8. O que vocês acham?)
Reza a lenda que todos têm um dia de sorte. Um dia em que, teoricamente, as forças do universo conspiram a nosso favor. Talvez seja uma questão de lógica ou apenas mais uma lenda urbana; Tudo depende unicamente do modo como você enxerga a vida.
Para ele, os dias de sorte não existiam. Ele acreditava que sorte e azar são conceitos vagos, sem pé nem cabeça. Foram um modo que o homem encontrou de justificar seus fracassos e agradecer suas conquistas ao acaso. Mas para ele o acaso não existia. Era como se tudo fosse predestinado a acontecer daquela forma.
O sucesso para ele deveria ser conquistado com dedicação e trabalho duro. Por toda a sua sofrida vida carregou o peso da derrota em suas costas. Hoje sem mais forças para lutar ele se senta na varanda e observa as folhas sendo carregadas pelo vento. Lentamente ele vê sua vida passando rápido de mais para que possa acompanhá-la.
Nunca terá um único dia de sorte sequer. Tudo que conquistará era fruto dos dias e noites em que acordou exausto, dos raios de sol quentes e o vento cortante que agredia sua pele flácida.
Quantas noites não passou em claro na esperança de que o amanhã seria melhor do que o dia anterior? Mais o amanhã nunca chegará.
Agora sua estrada chegará ao fim. Ele sabia que não tinha muito tempo de vida. Nesse dia ele não saiu ao sol. Nesse dia, ele não carregou seus erros e magos nas costas. Apenas naquele dia ele encontrou, finalmente, a paz.
André Torres
(Michele disse que era nota 10. eu dei um 8. O que vocês acham?)
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Por muitas vezes me flagrei pensando no vazio. Era como se tudo que vejo fosse uma mera ilusão de ótica, uma miragem. Como se o agora, assim como o ontem e o amanhã, como se o tempo fosse um conceito vago de mais para ser vivido. Sentia-me cheio de nada, inspirado e imerso em uma luz branca. Reluzente e infinita.
Lutava para me libertar da prisão de minha alma. Mas sempre que voltava a realidade, algo mais forte do que eu me puxava de volta para as profundezas de minha mente. Lá encontrei todas as repostas que procurava. Dentro de mim vivia um pássaro. Esse pássaro costumava cantarolar nos momentos mais inoportunos. Nas tardes de inverno, quando a chuva caia lá fora, o pássaro ficava encolhido em sua gaiola. Por outro lado quando me encontrava ao lado da pessoa desejada o pássaro cantava tão alto que chegava a me incomodar. A moça parecia apreciar seu canto.
Repreendi-o. Ele então se calou e fugiu. Pude vê-lo se afastar lentamente de mim em direção ao horizonte. Naquele mesmo instante o vazio tomou conta de mim por completo. Estava desorientado, sem rumo como um homem solitário que vaga pelo espaço sem um objetivo próprio, vivendo os sonhos e esperanças dos outros sem nunca ter sentido algo parecido.
Sentia-me culpado pelo ocorrido. O passarinho desaparecerá por muito tempo, até que em um dia como qualquer outro me encontrei no mesmo lugar em que estava tempos atrás. Surpreso, admirei mais uma vez aquele paraíso interior de cores vivas e aromas apaixonantes. De repente ouço um som familiar: Lá estava ele, na mesma árvore em que eu o esqueci. O pássaro então retornou para dentro de mim e mais uma vez sentia-me farto daquele sentimento. Realizado, acordei. Tudo estava no mesmo lugar. Havia despertado da ilusão como quem volta para casa depois de uma longa viagem. As lembranças ainda viviam em minha lembrança, porém as mudanças me despertavam interesse e curiosidade.
Mais algo estava diferente. Não, tudo estava diferente. Passei a enxergar o mundo com outros olhos. O mundo estava diferente, eu já não era mais o mesmo. O cantar do pássaro embelezava o mundo a minha volta.
André Torres
(De acordo com a Michele o texto ficou nota 10)
Por muitas vezes me flagrei pensando no vazio. Era como se tudo que vejo fosse uma mera ilusão de ótica, uma miragem. Como se o agora, assim como o ontem e o amanhã, como se o tempo fosse um conceito vago de mais para ser vivido. Sentia-me cheio de nada, inspirado e imerso em uma luz branca. Reluzente e infinita.
Lutava para me libertar da prisão de minha alma. Mas sempre que voltava a realidade, algo mais forte do que eu me puxava de volta para as profundezas de minha mente. Lá encontrei todas as repostas que procurava. Dentro de mim vivia um pássaro. Esse pássaro costumava cantarolar nos momentos mais inoportunos. Nas tardes de inverno, quando a chuva caia lá fora, o pássaro ficava encolhido em sua gaiola. Por outro lado quando me encontrava ao lado da pessoa desejada o pássaro cantava tão alto que chegava a me incomodar. A moça parecia apreciar seu canto.
Repreendi-o. Ele então se calou e fugiu. Pude vê-lo se afastar lentamente de mim em direção ao horizonte. Naquele mesmo instante o vazio tomou conta de mim por completo. Estava desorientado, sem rumo como um homem solitário que vaga pelo espaço sem um objetivo próprio, vivendo os sonhos e esperanças dos outros sem nunca ter sentido algo parecido.
Sentia-me culpado pelo ocorrido. O passarinho desaparecerá por muito tempo, até que em um dia como qualquer outro me encontrei no mesmo lugar em que estava tempos atrás. Surpreso, admirei mais uma vez aquele paraíso interior de cores vivas e aromas apaixonantes. De repente ouço um som familiar: Lá estava ele, na mesma árvore em que eu o esqueci. O pássaro então retornou para dentro de mim e mais uma vez sentia-me farto daquele sentimento. Realizado, acordei. Tudo estava no mesmo lugar. Havia despertado da ilusão como quem volta para casa depois de uma longa viagem. As lembranças ainda viviam em minha lembrança, porém as mudanças me despertavam interesse e curiosidade.
Mais algo estava diferente. Não, tudo estava diferente. Passei a enxergar o mundo com outros olhos. O mundo estava diferente, eu já não era mais o mesmo. O cantar do pássaro embelezava o mundo a minha volta.
André Torres
(De acordo com a Michele o texto ficou nota 10)
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Caramba, você chegou até aqui?! Leu tuuudo isso ai em cima?! Parabéns!!
Olá! Sejam muito bem-vindos ao meu Blog. Aqui nesse endereço você encontra muuuitas das minhas melhores obras. Dê uma olhada e emocione-se com os romances, mas não deixe de visitar a grande sessão de histórias engraçados e dar umas boas risadas com minhas “estranhas” e inusitadas experiências de vida. Mas se você é um sonhador ou está apaixonado também vai gostar dos textos emocionantes, dos reflexivos e das poesias. Bom, entrem, fiquem o tempo que quiserem e boa diversão!